Fisioterapeuta

Horário Funcionamento:
de segunda à sexta das 08h às 21:30h,
e sábado das 8h às 18h

O Assoalho Pélvico é um conjunto de músculos, ligamentos e fáscias que se encontram no fundo da pelve (conhecida popularmente como “bacia”) e tem a função de sustentar todos os órgãos que ficam nesta região, que no caso das mulheres são a uretra, bexiga, vagina, útero e reto. Além disso, nesta região passam três orifícios: uretra, vagina e ânus. Os músculos do Assoalho Pélvico são responsáveis por controlar a saída de urina e fezes e participar da atividade sexual e reprodutiva.

 

A fisioterapia pélvica atua na reabilitação das disfunções do assoalho pélvico, ou seja, todos os problemas que envolvam a região do períneo e prevenção de patologias que estejam relacionadas com esta musculatura.

Fisioterapia nas Disfunções Urinárias:

As disfunções miccionais abrange basicamente a perda involuntária de urina em qualquer quantidade ou a dificuldade de urinar voluntariamente, podendo ser:

·  Incontinência urinária de esforço: perda de urina durante atividades que aumentam a pressão intra-abdominal, como, por exemplo, na atividade física, ao levantar objetos, ao tossir ou ao espirrar.

·  Incontinência urinária de urgência: perda involuntária de urina acompanhada de um forte desejo de urinar.

·  Incontinência urinária mista: ambos os tipos estão presentes, de esforço e de urgência.

·  Dificuldade no esvaziamento da bexiga: pode causar infecções urinárias de repetição devido ao esvaziamento incompleto da bexiga ou até uma perda urinária por transbordamento devido ao excesso de urina dentro da bexiga.

Fisioterapia nas Disfunções Sexuais Femininas:

A disfunção sexual feminina (DSF) é definida como sendo uma desordem de desejo, excitação, orgasmo e/ou dor durante a atividade sexual. Para muitas mulheres gera forte impacto na qualidade de vida e nos relacionamentos interpessoais. São exemplos de algumas disfunções sexuais femininas:

· Vaginismo: Espasmo dos músculos ao redor da vagina. Pode ser observado no fechamento parcial ou completo da vagina na ocorrência de qualquer tentativa de penetração, como dedo, tampão, pênis, espéculo para exame ginecológico ou até mesmo um simples cotonete. Este distúrbio pode impedir penetração vaginal na relação sexual. O grau de fechamento e desconforto da paciente indicam a gravidade do sintoma.

· Vulvodinía: Caracterizada por um desconforto vulvar, frequentemente descrita como dor em queimação. A paciente refere dificuldade ou impossibilidade de manter relação sexual devido à ardência e queimação que pode ser acompanhada de contração vaginal involuntária.

· Flacidez vaginal: Conhecida como vagina larga. Dificuldade em relação à sensibilidade quanto ao atrito do movimento durante a penetração, que leva à dificuldade do orgasmo sexual. Também pode levar a barulhos desconfortáveis para mulher, conhecidos como flatos vaginais.

Após a avaliação, a fisioterapia ajudará a mulher a conhecer o próprio corpo e aprender a relaxar ou ativar o assoalho pélvico para permitir penetração, uma vida sexual sem dor e com prazer.

Fisioterapia na Gestação, Parto e Pós-parto:

A atuação da fisioterapia é muito importante na preparação para gestação, parto e pós-parto. A gestação é um período de muitas adaptações do corpo da mãe, que acompanha o desenvolvimento do bebê. As mudanças musculoesqueléticas e posturais da futura mamãe é o foco de atenção e atuação da fisioterapia. Além da preparação global do corpo, o cuidado com o assoalho pélvico é importante.

Independente da via de parto (vaginal ou cesárea), devido ao aumento do volume abdominal e por ações hormonais, o assoalho pélvico fica sobrecarregado neste período e mulheres podem apresentar queixas como incontinência urinária na gestação e pós-parto. Quando a fisioterapia começa no início da gestação e até mesmo antes dela, com o Treinamento da Musculatura do Assoalho Pélvico (TMAP), há menor chance de sofrer incontinências urinárias ou outras disfunções do assoalho pélvico. Se a opção da gestante for parto vaginal, o objetivo da fisioterapia será também proporcionar relaxamento adequado da região pélvica e no final da gestação potencializar o relaxamento do períneo.

No pós-parto o foco da fisioterapia se dá no restabelecimento da função muscular dos compartimentos abdominal (diástase) e pélvico.

Dra. Soraia Garzedim
Crefito 3/ 108963-F

Fisioterapeuta desde 2007 com Pós-graduação em Ortopedia, MBA em Ergonomia e Pós-graduação em Fisioterapia Pélvica Internacional. Com a experiência da própria gestação, parto e pós-nascimento do filho, resolveu se dedicar à saúde da mulher.

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